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Como apostar na final do mundial de 2018

14 maio 2018
par admin

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Dia 15 de Julho de 2018, no Estádio Lounjiki de Moscovo, irá disputar-se uma nova final do Mundial de futebol. Muitos são aqueles que procuram lutar pelo título no jogo definitivo, mas como já sabe, apenas dois poderão disputá-lo e apenas um conquistará o precioso troféu. Quando chegar a hora de apostar por quem chegará à final ou conquistará o título, algumas selecções destacam-se mais do que outras, pelo que, se está a pensar em investir alguns euros nesta edição do Mundial, recomendamos que continue a ler.

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Apostar nos favoritos

Das 21 edições que se realizaram, pelo menos um dos favoritos escorregou na final. Isto significa que, embora apostar num favorito como campeão do Mundial tenha uma margem de erro, é bastante mais seguro do que optar por outra selecção que não carregue esse favoritismo. No caso do Mundial da Rússia, acreditamos que existem quatro equipas que estão num escalão acima do resto e, a não ser que haja uma enorme surpresa, é muito possível que pelo menos uma delas esteja presente na final de 15 de Julho:

  • ESPANHA: Talvez o menos favorito dos quatro grandes candidatos ao título. No entanto, as últimas exibições de poder de La Roja estão a devolver a ilusão aos seus adeptos e o medo às restantes equipas. É verdade que Xavi, Xabi Alonso, Puyol ou Iker Casillas são irrepetíveis, mas Koke, Isco ou Marco Asensio não ficam para trás. Se Espanha chegar com um nove definitivo, o seu meio-campo em forma e um Iniesta com vontade de dar os seus últimos toques, ninguém vai querer enfrentar a selecção espanhola. Uma possibilidade a ter muito em conta.

  • BRASIL: Inevitavelmente procurarão fechar a ferida do 7-1 recebida pelas mãos da Alemanha na última edição do Mundial. O seu jogo não apaixona, mas ninguém pode duvidar da qualidade de jogadores como Coutinho ou Gabriel Jesús. Comandados pelo rebelde Neymar, se começarem com um bom pé, tornar-se-ão mais fortes e será cada vez mais difícil pará-los. Os seus cinco títulos garantem uma aposta com uma alta percentagem de rentabilidade. Estarão presentes na final desta edição? Conseguirão conquistar o seu sexto título? Aposte alguns euros em alguma destas duas opções e adicione uma dose extra de emoção à competição.

  • FRANÇA: Vêm da final do Euro (perdendo contra Portugal) e o plantel parece não ter fim com incorporações estelares nos últimos tempos, como as de Dembélé ou Mbappé. Os bleus possuem um conjunto de jogadores muito físicos (Pogba, Kante, Umtiti, Matuidi…) coroados pela subtileza e qualidade de Griezmann. A experiência de Deschamps neste tipo de competições (como treinador e ex-jogador) vai jogar a seu favor quando chegarem os momentos importantes. Parece que os franceses vão cheios de ingredientes… Conseguirão a cereja no topo do bolo?

  • ALEMANHA: Para muitos, o favorito dos favoritos juntamente com França. Não perdem uns quartos-de-final desde o Mundial de 1978 e, das últimas 13 edições, estiveram presentes nas finais de 8 (com 4 títulos em sua posse). A equipa alemã que disputará o Mundial da Rússia é uma equipa com letras maiúsculas. Desde da sua federação que apostou na continuidade até Joachim Löw que faz com que as convocatórias estejam sempre formadas por um bloco bastante unido que se conhece na perfeição. Se adicionarmos a isto os jovens que se estão a juntar, como Julian Draxler ou Leon Goretzka, estamos perante uma temível selecção com muito poucas probabilidades de nos decepcionar.

Apostar nos não-favoritos

Se quisermos obter o máximo benefício das apostas que fizermos para o Mundial de 2018, talvez seja uma boa ideia manter um olho nas selecções que, por não serem favoritas, têm odds muito elevadas e que, quando chegar a hora, podem ter muito valor. As quatro opções que poderiam dar essa inesperada “surpresa” e conquistar o título ou disputar a final são, do nosso ponto de vista, as seguintes:

  • ITÁLIA: Apesar da squadra azzurra parecer menos competitiva que nunca (apesar de ter chegado à semi-final do passado Europeu), não importa. A selecção italiana nunca renunciará o seu gene competitivo que lhe permite, por muito mal que chegue aos grandes encontros, lutar por edição atrás de edição. Basta recordar o Mundial de 2006 em que, com uma equipa medíocre mas muito trabalhada, conquistou a vitória final. Buffon estará perante a sua última grande competição e de certeza que os seus escudeiros veteranos (Barzagli, Chiellini e Bonucci) farão o impossível para evitar que a bola bata na rede do guarda-redes da Juventus. Se estiverem em boa forma, que tremam as restantes selecções.

  • INGLATERRA: Décadas após décadas de decepções, Inglaterra quer limpar a sua imagem. Com os lendários Lampard e Gerrard fora de cena durante algum tempo, esta equipa luta por voltar a ganhar um lugar entre as selecções mais respeitadas. A sua ofensiva é vertical e talentosa (Rashford, Sturridge, Sterling, Walcott, Kane…). Se todos chegarem em forma e se Gareth Southgate conseguir enquadrá-los, podem tornar-se num enorme “mata-gigantes”. É arriscado, mas temos a certeza que a odd que lhes for atribuída terá muito valor.

  • ARGENTINA: Como pode uma selecção que conta com, o que é para muitos, o melhor jogador do Mundo, Lionel Messi, não estar entre as equipas favoritas? É simples, se removermos os seus estandartes ofensivos (Agüero, Pastore, Hinguaín, Di María, Dybala…), Argentina tem um meio-campo e uma defesa muito abaixo do que se espera. De facto, é muito possível que, se disputarem o Mundial, será através da “repescagem”. No entanto, um plantel que tem homens como Dybala ou Messi pode ganhar a qualquer equipa. Vêm da final da edição de 2014 e, apesar das suas falhas, não seria assim tão raro que o voltassem a fazer.

  • PORTUGAL: Com Portugal temos um exemplo claro de como uma equipa não-favorita pode conquistar uma competição de prestígio (Europeu de 2016). Quando um título consiste em 6 ou 7 jogos a disputar num único mês, muitos factores influenciam e a regularidade fica em segundo plano. Também demonstraram, noutra ordem de aspectos, que são capazes de ganhar sem Cristiano Ronaldo (o avançado do Real Madrid não disputou a final contra França devido a uma lesão). Adicionar um título Mundial a um título Europeu, e mais com a equipa que Portugal apresenta, é uma tarefa complicada. Mas se o anti-futebol da Grécia triunfou em 2004… Porque não apostar alguns euros na selecção portuguesa? A alegria pode ser gigantesca!

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