Apostar Copa do Mundo 2018

Apostar nos favoritos do Mundial 2018

16 maio 2018
par admin

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Em breve, poderemos desfrutar novamente de um dos eventos desportivos mais esperados no mundo do futebol: o Mundial. Se está a pensar em apostar, talvez seja uma boa ideia fazê-lo por aquelas selecções favoritas. Não fará de si um milionário, mas as probabilidades de obter lucros serão certamente mais altas do que se se esforçar em procurar uma surpresa a todo o custo. Respire fundo e mergulhe neste pequeno artigo onde aprofundamos as quatro selecções que, na nossa opinião, têm mais probabilidades de sair campeãs do estádio Lujniki de Moscovo no próximo 15 de Julho.

A vingança do Brasil

O Brasil precisa urgentemente de apagar a lamentosa imagem que ofereceu nas semi-finais do passado Mundial celebrado no seu país, onde caiu frente à Alemanha por 7 – 1. Parte da ferida parece estar curada após uma fase de qualificação extraordinária, na qual o país já se encontra matematicamente qualificado, ainda com vários jogos por disputar. A aquisição de jogadores como Gabriel Jesús e Coutinho deu mais consistência ao plantel e é possível que um Neymar livre de jogar sem estar sob a sombra de Messi após a sua transferência para o PSG, também tenha um impacto positivo na equipa. Além disso, embora o seu jogo esteja um pouco longe daquele mítico jogo bonito de selecções anteriores, nomes como Marcelo, Dani Alves, Casemiro, Lucas Moura ou Ganso tornam a equipa num temível adversário capaz de derrotar qualquer selecção. Se as suas estrelas chegarem em forma, é provável que consumam a desejada vingança de maneira a poder esquecer definitivamente a humilhação sofrida em 2014.

A renovação de Espanha

Espanha estava imersa num mar de dúvidas. Com o Mundial de 2014, terminou uma etapa irrepetível de 8 anos em que La Roja conquistou duas vezes consecutivas o Europeu (2008 e 2012) e um Mundial (2010). O seu refinado jogo de toque parecia não dar mais de si e a teimosia de Vicente del Bosque, para continuar até 2016, intoxicou as convocatórias até ao ponto de as converter num circo em que era impossível a integração de novos jovens jogadores. No entanto, após um duvidoso início com Julen Lopetegui, parece que Espanha recuperou a sua melhor versão graças a três pontos fundamentais:

  • O novo treinador fez uma limpeza na selecção baseando-se exclusivamente nos méritos reais dos jogadores, ampliando o campo de acção e tentando ser o mais justo possível (tanto o fez que numa das últimas convocatórias voltou a contar com David Villa).
  • O momento de forma que Isco e Marco Asensio atravessaram, permitiu que Espanha retomasse, e com garantias, àquele jogo de toque que deslumbrou o Mundo inteiro. A exibição que a equipa espanhola deu frente à Itália é uma prova irrefutável disso.
  • A renovação não impediu que Espanha continuasse com alguns dos veteranos. Sergio Ramos, Busquets, Silva e, em menor grau, Iniesta, ainda se apresentam num alto nível nos seus clubes e quando estão na selecção trazem a experiência que cada aspirante precisa.

Talvez o único obstáculo que existe mas que pode ser colocado nesta Espanha, é que continua a arrastar os mesmos problemas de golo que aqueles que tinha nos piores momentos da sua época dourada (e com um pouco menos de talento). No entanto, se Asensio e Isco mantiverem o nível de 2017, Espanha é aspirante máxima a qualquer título disputado.

 

França 20 anos depois

Os bleus têm tudo para adicionar outro título internacional nas suas vitrines:

  • O seu treinador, Didier Deschamps já sabe o que é ganhar o troféu máximo do mundo do futebol, pois não só fez parte da selecção francesa que venceu o Mundial de 1998 como também foi capitão da mesma.
  • Dispõem de uma equipa muito sólida formada por Lloris, Varanne, Pogba e Griezmann. Os três últimos chegaram ao Mundial de 2018 com mais de 25 anos, mas menos de 29. O que, para muitos, é sinónimo de entrar nos melhores anos de um futebolista.
  • Os jogadores franceses são fisicamente imponentes mas também não faltam talentos. As últimas aquisições na lista de Deschamps (Dembelé ou Mbappé) são uma bufada de ar fresco no plantel e uma dose extra de verticalidade e imprevisibilidade que nunca é demais.
  • Vêm do Euro 2016 como vice-campeões, pelo que sabem bem o que é competir nas instâncias finais deste tipo de campeonatos. No entanto, as últimas descaídas diante o Luxemburgo e da Suécia devem obrigá-los à autocrítica e a entender que sem tensão e máxima concentração, não se ganha.

Alemanha, objectivo: revalidar o título

Apostar pela Alemanha num Mundial é geralmente um seguro de vida: quatro campeonatos confirmam-no e, em geral, mesmo que não ganhe, está sempre presente nas instâncias finais (somando outros quatro títulos de vice-campeão e outros quatro terceiros lugar). No entanto, os mais pessimistas podem considerar uma opção muito imprudente. Não é em vão. Nos últimos 20 anos, todas as selecções que defenderam o título, caíram na edição seguinte, sendo eliminadas nas primeiras fases. Apenas o Brasil de 2006 foi capaz de passar da fase de grupos e, ainda assim, foi eliminado da competição quando encontrou um rival de entidade. Além disso, para ver a última selecção que repetiu o título, teríamos que regressar até ao ano de 1962.

Apesar da estatística agourenta, parece não haver verdadeiros motivos para desconfiar da Alemanha. A equipa é muito sólida e jogadores como Hummels, Draxler, Müller, o irregular Özil ou o insuperável Neuer são homens prontos para enfrentar uma competição deste nível com convicção e com uma verdadeira ambição de conquistar o título. Assim que, porque não apostar neles? Poderia ganhar algum dinheiro enquanto assiste a uma revalidação histórica que espera repetir-se há mais de meio século.

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